Um tic-tac de bate-bate coração, agora que nasceu agora mesmo. Não tem, ai!, não tem a paleta de Renoir, como a querida EeT. Mas voa longe. Vai mesmo onde nunca foi.
É presente-pluma em dia de nascimento. A ser manejado com cuidado: pode explodir, sem hora marcada, em cucurrucucus de penas.
(Cuidado com os danos colaterais. Ninguém se deixe enganar pelo ar kitsh cândido delicodoce de paloma aguarelada. Uma pomba é uma pomba é uma bomba. Faz sempre porcaria).

T
é linda a sua aguarela
… e a Pomba/Bomba
R
fico tão contente que goste!
Uma pomba-relógio! Ainda bem que não estamos em Kandahar… (já tinha saudades dos seus desenhos!)
António,
olhe que as pombas não rebentam só no Afeganistão. Há algumas praças tailandesas que já foram atacadas, templos na Índia é a toda a hora e até há notícias de um monumento muito particular de Santa Comba Dão que não ficou em bom estado.
Há outros locais mais prováveis de explosão e que nenhuma pomba que se preze desdenha: sobre qualquer casaco ou debaixo de qualquer céu.
Tê Menina Larina,
que saudadinhas já tinha dos seus cucurrucus de penas… que bom!
Eugénia,
este postalinho tem banda sonora. Deve ser observado à noite, bem rodeado e a escutar com atenção:
Ó tanta pena pombinha do coração.
Mestre líder!
Com tanta pena a pomba daqui a pouco não tem pena nenhuma.
Pum! Bum!
Que desenho tão bonito no parapeito da janela quando ainda é Verão e as pombas mansas.