Indochina, mon amour IV

Ali, à beira da estrada, entre Hué e Hoi An, ganhavam uma verticalidade particularmente serena.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
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13 respostas a Indochina, mon amour IV

  1. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Que ténue linha, objecto e reflexo, o reflexo tão real como o objecto, e as múltiplas leituras daquele espelho de água que é sólido no olhar, espesso como a vida que esconde.

  2. Manuel S. Fonseca diz:

    Que água é esta, Pedro? A do começo do mundo?

  3. Caro PN, eu que não sou de orientalidades e da Indochina só conhecia mesmo a de Duras, estou rendida a estas fotografias. Estas três últimas, então, são de antologia.

    • Pedro Norton diz:

      Obrigado Ivone. Eu também pouco mais conhecia do que a Indochina de Duras. Mas foi o suficiente para que precisasse de ir vê-la de corpo inteiro.

  4. Rita V diz:

    uma beleza

  5. Pedro Norton diz:

    Menina,
    Não pode autorizar indevidamente porque eu lhe autorizo que use como quiser. Lamento porque sei que quer ser rebelde. Mas eu quero ainda mais ser chatinho.

  6. Carla L. diz:

    Gosto particularmente da segunda, uma ponte para algo sedutor.Os galhos são como sereias me chamado para as águas.

  7. Ana Rita Seabra diz:

    De arrepiar estas 3 fotos!
    Foi o que senti, uma plena serenidade.

  8. Fantásticas fotografias!

  9. Jean Valjean Le Pianiste diz:

    Pedro estou a ve-las ao lado do meu Calhau…. Seria o contraste perfeito…O mesmo que ouvir Jonh Cale e beber um velho malte numa lareira em Óbidos e ….

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