Indochina, mon amour V


Em havendo, posso jurar-vos, tem muitas caras.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
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5 respostas a Indochina, mon amour V

  1. Rita V diz:

    a ‘voltar lá’ de cada vez que traz

  2. Carla L. diz:

    Os verdadeiros “budas ditosos”.

  3. António Eça de Queiroz diz:

    Claro que tem, Pedro…,

  4. Manuel S. Fonseca diz:

    estas fotos, Pedro, são a sua Santidade.

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