Indochina, mon amour VIII (e último)

Très vite dans ma vie il a été trop tard.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
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11 respostas a Indochina, mon amour VIII (e último)

  1. Rita V diz:

    a escolha do preto e do branco é … ‘special’

  2. Carla L. diz:

    Me parece que aqui o tempo pouco importa, ele vai avançando sobre os templos, as casas e as vidas das pessoas e elas parecem não se importar.Dá medo de que estejam mortas em vida.

  3. Pedro Marta Santos diz:

    Que seres mutantes são estes?

  4. Pedro Marta Santos diz:

    A primeira foto é magnífica. Chapeau.

  5. António Eça de Queiroz diz:

    Grandes fotos, Pedro!

  6. Pedro Bidarra diz:

    Obra do grande arquitecto

  7. teresa conceição diz:

    São lindas as fotos, Pedro. E parece que nasceram a preto e branco as modelos, de tão antigas.
    Há um ano estava eu a meio metro delas. Agora que me colocou de novo no Cambodja, nem posso acreditar que já esteja a despedir-se. Não nos vai dar nem mais uma? Tenho de andar a recolher assinaturas?

  8. manuel s. fonseca diz:

    Fica a saber-se que as pedras têm raízes.

  9. Ana Rita Seabra diz:

    Ao olhar estas magníficas fotografias sinto uma força brutal nelas!
    E o PB realça essa força.
    Bravo e beijos

  10. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Oh!!! E porque é que é a última?…Agora que estávamos a ficar habituados…Belíssimas fotos e composições…

  11. Ana Maria Batalha diz:

    Olá, Pedro. Desculpe a familiaridade de quem não o conhece. Foi a Rita Vasconcellos que me sugeriu esta visita, depois de ter visto no meu mural do FB umas fotos minhas na baía de Ha-Long, à entrada de Hanoi. Como eu lhe disse, das coisas mais belas que os meus olhos já viram. Perante as suas fotos, fiquei encantada e com ganas de regressar à Indochina, desta vez num registo menos … turístico, digamos assim. Revivi as cores, os sons, os cheiros e as pessoas, o que só é possível acontecer perante fotos tão magníficas como as suas, pelo que não resisti a cumprimentá-lo. Noutras, como estas últimas a preto e branco, sente-se o silêncio e as ausências que parecem fasciná-lo.
    Digamos que o Pedro pode não ser simpático, mas tem a sensibilidade de um artista.
    Muito gosto.
    Ana Maria

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