Reflexão das 5 da tarde ao sol da auto-estrada

Este ano, com pena da rota miséria de Portugal, Deus poupou-nos ao duro e frio Inverno. Caprichoso como é, deve estar a preparar-se para nos matar à seca no Verão.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
Esta entrada foi publicada em Escrita automática. ligação permanente.

6 respostas a Reflexão das 5 da tarde ao sol da auto-estrada

  1. Rita V diz:

    … raios e coriscos!

    • Manuel S. Fonseca diz:

      Também a menina Rita! Que culpa tenho eu que isto esteja a transformar-se num país tropical? Não era o Aznavour que dizia que a miséria era mais suportável ao “soleil”?

      • Rita V diz:

        … ai! o Aznavour dizia tanta coisa …
        Que c’est triste Venise
        Aux temps des amours mortes
        Que c’est triste Venise
        Quand on ne s’aime plus
        On cherche encore des mots
        etc…
        etc…
        etc…
        😛

  2. Manuel S. Fonseca diz:

    Pois sou, mas a Eugénia também: tem um blog tão bonito (bem melhor do que uma auto-estrada) e hoje ainda escreveu nada. Dê corda à mãozinha antes que Deus mande granizo. Se a nós nos faz falta, quanto mais a Ele, coitado, tão sozinho.

  3. Pedro Norton diz:

    É por estas e por outras que eu prefiro acreditar no Diabo. E no Anthímio de Azevedo.

  4. ~CC~ diz:

    Converse bastante com ele Manuel e poderá ser que o oiça e que alem deste Inverno doce nos envie Primavera fresca. Quem me dera também conversar com ele suavemente, mas só costumo invocá-lo em momentos de aflição quando o pensamento se enrola e só sobra emoção, pelo que não me deve ouvir.
    ~CC~

Os comentários estão fechados.