A França de que eu gosto

 

o meu chroniqueur favorito

Graças ao casamento homossexual o homem pode finalmente vir a ganhar dinheiro com  o divórcio. Esta é uma das 25 razões que Patrick Besson, o meu chroniqueur favorito, elenca a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Na crónica desta semana não só nos lembra que Marcel Proust, se já em 1900 fossem outros os costumes, teria casado com o seu chauffer, como anuncia que, agora, também os homossexuais vão descobrir um prazer que lhes fora perversamente negado desde a pré-história: as delícias do adultério. Isto para não falar de uma franca melhoria no complexo de Édipo: já há crianças que poderão matar o pai sem terem de se apaixonar pela mãe e outras que poderão amar as mães sem ter de matar os pais.
Uma crónica tão diletante como desopilante, para ler enquanto se vai do Deux Magots ao Café de Flore.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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3 respostas a A França de que eu gosto

  1. manuel s. fonseca diz:

    E depois de ler não nos faz a Eugénia umas crónicas de viagem

  2. António Eça de Queiroz diz:

    Excelente! A do jovem Édipo poder matar dois pais sem ter de se apaixonar pela mãe é do melhor.

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