Foi a Rita que lançou o desafio. Propôs que o nosso banner lá em cima, o estandarte que nos identifica, fosse mudado por artistas de quem gostamos muito. Que viessem e nos pintassem à maneira deles.
Convidámos a Ana Vidigal e ela aceitou. Agora, lá em cima, e durante uma semana, está a forma irónica dela nos ver. É o retrato mais simples: o mais verdadeiro. A cara de 50 centavos da Escrever é Triste. Com uma pontinha de carvão. Que bonito!
Obrigada Ana. E porque eu lhe pedi, a Eugénia faz as honras e recebe a nossa primeira convidada no texto que vai aparecer já a seguir.

que beleza! obrigado, ana!
Uma delícia. Era o que fazíamos aos lápis no liceu… Que cara tão boa que a Escrever passou a ter.
Ah, tia deles, magnífica surpresa. Já era o que era, este seu Escrever é Triste. Agora, de luxo em luxo avança. Gostei.
Viagem à adolescência, lembro-me, como o Manuel, de abrir o canivete e fazer isso aos meus lápis novos.
Depois era o descalabro porque roía-os sem dó.
Ficou especial!
Eu é que agradeço a todos o convite. Foi um prazer colaborar no vosso blogue, e receber em troca um belissímo texto!
Obrigada, Ana!!!
que lindo vestido tem a nossa Escrever. E muito fashion, negro carvão. Porque o lápis já se pôs a riscar ali atrás, que eu ouço, ali naquela zona que não se vê e onde a titi se veste: um private pencil dress.
Que ideia tão gira, essa de mudar o cabeçalho do blogue ao sabor da imaginação dos artistas. E o lápis da Ana Vidigal também me evocou belas memórias de adolescência, em plena afirmação de personalidade: todos os meus lápis tinham o meu nome, e era assim mesmo que eu o escrevia. Gostei.
Obrigado Ana! O escrever está afiadamente lindo!
Como tudo o que fazes, Ana, como boa parte da grande arte, este lápis é de uma simplicidade comovente. Obrigado.