O franchising que faltava

 

Se abundam em Portugal pastéis de nata prontos a transformar em negócio, parece que a Guarda Grega, rendida, já adoptou alguns.

Começaram por adaptar o fandango, com um ligeiro twist na exploração da marca, e sem necessidade de assistência técnica e comercial.

E agora interessam-se pela pega de caras, com manifesta habilidade no manuseamento das ferramentas de gestão.

"Aí bicho!", avistado em Atenas por tc

 

Esta é apenas a identificação de mais uma grande oportunidade de expansão do mercado de serviços,  e de elevar o volume das exportações nacionais (e o volume da música, já agora).

 

( Pode ser também um desafio aos Tristes Doze de Portugal : se há assim tantos,  que outros pastéis de nata podemos nós franchisar?)

Sobre Teresa Conceição

Ainda estou a aprender esta terra de hieróglifos. Tenho na mala livros e remoinhos, mapas e cavalos guerreiros, lupas e lápis de cor: lentos decifradores. Sou nativa de Vadiar, terra-a-terra. Escrever? Ainda não descobri onde fica. Mas parto com bússola e farnel (desconfio que levo excesso de bagagem).
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4 respostas a O franchising que faltava

  1. os pastelinhos de bacalhau
    com ou sem bacalhau
    😛

  2. manuel s. fonseca diz:

    E o garbo do homem português? Francamente, meninas, como diria a tia Escrever.

  3. António Eça de Queiroz diz:

    Garbo?
    Ó Greta agarra-me!…
    Francamente, Manuel… Há momentos em que não te compreendo.
    Proponho a francesinha (segundo receita do Bufete Fase…)

  4. Teresa Conceição diz:

    Que lindos meninos ( e menina!)
    Já temos uma piquena colecção de interessantes itens para negociar.
    Agora é só alguém chegar-se à frente.

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