O Resto é Silêncio

O dito cujo

Com quatro anos de atraso (saiu nos Estados Unidos em 2008 e foi lançado em Portugal em 2010), ando a ler “O Resto É Ruído: À Escuta do Século XX” do melhor crítico musical da actualidade, Alex Ross – se conhecerem melhor, digam-me, oferece-se recompensa. Já tinha devorado sob o guarda-sol “Listen to This”, publicado pela Fourth Estate há pouco mais de um ano, uma recolha de textos do mestre na New Yorker (a reportagem sobre os Radiohead dá para morrer de inveja). Mas este é melhor. Trata-se “apenas” de uma visita guiada pela história da música dita erudita do século passado. É de comer e chorar por mais. E um livro que nos ajuda a distinguir Schonberg, Berg e Albern é sempre aconselhável.

Se vos apetecer, podem seguir o blog do senhor em therestisnoise.com

Sobre Pedro Marta Santos

Queria mesmo era ser o Rui Costa. Ou sonâmbulo profissional. Se não escrever, desapareço – é o que me paga as contas desde 1991 (são 20 anos de carreira, o disco está a sair). Há momentos em que gosto mais de filmes do que de pessoas, o que seria trágico se não fosse cómico – mas passa-me depressa. Também gosto dos olhos da Anna Calvi. E das bifanas do Vítor. Aprecio um brinde: “À confusão dos nossos inimigos”. Não tenho nenhuns, só uma ternura infinita pelo azul das árvores e o amarelo do mar. E peço: digam-me mentiras.
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5 respostas a O Resto é Silêncio

  1. fiquei curiosa, não conhecia
    obrigada

  2. Diogo Leote diz:

    Pedro, já o tenho na versão original (The Rest is Noise). E, ou muito me engano, ou foi um presente que me calhou em sorte (e ainda bem que não foi por acaso) num dos nossos jantares do ETGM. Julgo que foi o Zé Navarro que mo ofereceu. Ou terás sido tu? Ou o Manel? Já estou baralhado. Certo é que é uma das minhas prioridades para os próximos tempos. Bela lembrança a tua.

  3. pedro marta santos diz:

    Deve ter sido o Zé navarro, que não se cansou – e bem – de o louvar há um ano. Vale mesmíssimo a pena.

  4. José Navarro diz:

    Fui eu fui, rapazes. Um grande abraço.

  5. pedro marta santos diz:

    Um abraço para ti, Zé!

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