S. Valentim – 2012

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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10 respostas a S. Valentim – 2012

  1. manuel s. fonseca diz:

    Afinal o São Valentim é um surfista!

  2. leonor diz:

    se o coração pudesse pensar deixaria de bater dizia o poeta no “livro do desassossego” e, não precisaria de escrever mais para explicar esta vontade de viver, de voar ou de surfar no bater do coração e dos seres e; coisas que alteram esse bater e nos fazem sentir no sangue e na carne : a vida!

  3. e o que é a vida sem uma boa onda?
    😀

  4. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Desde que não existam rochas pontiagudas na queda…porque cair na espuma faz parte! Senti tonturas ao olhar o desenho Rita…

  5. meteoritos estão sempre a atravessar-se
    a espuma atenua a queda, sim …
    felizmente agora, só para o ano
    😀

  6. Pedro Norton diz:

    Rita, tenho andado a hesitar mas não resisto. Que símbolo é aquele que o rapaz leva ao peito?

  7. Rita V diz:

    ah ah ah
    um simples V de Valentim

  8. António Eça de Queiroz diz:

    Eu tenho um problema: só acredito em S. Polifemo de Cortegaça (que só por coincidência pode ter existido)

  9. Cheira-me que está a falar de um homem da(s) Caverna(s) coração solitário?
    😀

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