Sinais dos Tempos


E ninguém diz nada?

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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5 respostas a Sinais dos Tempos

  1. António Eça de Queiroz diz:

    E aquilo custa dinheiro e tudo?…
    Faz lembrar um tipo que pôs uma pia estilhaçada num museu, convenceu alguém que aquilo era arte, e depois ficaram todos espantados quando no dia seguinte a ‘peça’ tinha desaparecido…
    A empregada de limpeza viu os cacos espalhados no chão e deitou-os ao lixo.
    O que eu me ri!

  2. Pedro Bidarra diz:

    Mas aquilo é mesmo uma instalação

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