A DESPEDIDA

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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12 respostas a A DESPEDIDA

  1. G.Rocha diz:

    É uma belissima despedida… todas fossem assim 🙂
    Mais um poema lindissimo…. EéT nunca lhe falte a coragem de continuar a editar e publicar os poemas de Eugénia de Vasconcellos; e à poeta que nunca se contenha em escrever e partilhar com os demais 🙂

  2. teresa conceição diz:

    Que divertido, Rita! Que malandrice, com um poema não autorizado…
    E bela actuação da triste sina 🙂

  3. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Fantástico Rita…que seja uma despedida de abertura e que se repita, sei lá todos os dias , ou de dois em dois, como uma nota de rodapé…

  4. Ana Rita Seabra diz:

    Lindo! E que divertido este Triste Sina 🙂

  5. Rita V diz:

    qualquer dia telefono-lhe
    (risos)

  6. Pedro Bidarra diz:

    Que bom e que bem que ficou. Parabéns às primas

  7. Rita V diz:

    eh eh eh
    ready steady …GO!!!!!!!!!

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