A irrestível tentação do enxovalho

Por uma vez, sem exemplo, vou começar a torcer pelos Davids. Até porque me dava um jeitão profissional que a bíblica façanha se repetisse. Dito isto, ficam já avisados que a partir do 2-0 passo a torcer pelo Golias. Não resisto a um bom enxovalho.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.

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5 respostas a A irrestível tentação do enxovalho

  1. Luciana diz:

    E isso eu faço faz tempo…

  2. António Eça de Queiroz diz:

    Sim, a partir dos 2-0 passa logo a «degola dos inocentes»…

  3. Manuel S. Fonseca diz:

    Este é o primeiro post vermelho-leão da blogosfera. É só o que tenho a dizer.

  4. Panurgo diz:

    Num dos textos fundamentais da Teologia Cristã, De Praescriptione Haereticorum, Tertuliano pergunta-se: o que tem Vigo a ver com Manchester?

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