O Jardim Onde os Livros Dormem

Onde os Livros Dormem by riVta


Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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17 respostas a O Jardim Onde os Livros Dormem

  1. Tão bonito, tão poético. Mas, ao mesmo tempo, que paisagem com um ar tão desolado. Depois de ter escrito sobre Hopper lá no meu canto, chego aqui e vejo uma paisagem com árvores, pessoas e animais, livros e tudo mas, talvez pelas cores, parece-me desolada. Será? Era essa a sua ideia ou sou eu que ainda estou com a desolação de Hopper nos meus olhos?

  2. António Eça de Queiroz diz:

    Vou dizer uma heresia de provável origem albigense:
    os livros não dormem, só repousam…

  3. … e ressonam. good week

  4. G.Rocha diz:

    Quando vi o desenho e o titulo a primeira coisa que me veio à cabeça foi :”Jardim da fundação Calouste Gulbenkian ” 🙂 não me perguntem porquê, surgiu assim 🙂

  5. O monsieur Antoine é um cátaro e eu não sabia.

  6. manuel s. fonseca diz:

    Será que os livros quando dormem – ou repousam, como diz o António – e antes de ressonarem, como diz o Tàxi, também fazem na cama o que por vezes também se faz fora da cama (olha, num jardim, por exemplo)?

  7. Bernardo Vaz Pinto diz:

    É um jardim intelectual…culto e sofisticado….

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