Sintomas

 

A Sophie

O que muitas vezes nos afasta do poema é uma ideia hermética que a nossa interpretação lusa do modernismo lhe associou. Ou isso ou um derramado lirismo, com envios lamechas a fingir de sublime: e só assim a poesia seria poesia. O tanas!
Gosto de poemas narrativos, gosto de poemas que tenham uma discursividade que pode mesmo ser coloquial. Gosto de poemas que sejam trágicos, dramáticos ou que se louvem no humor. É o humor que funda a delicadeza calorosa deste “Sintomas”, da inglesa Sophie Hanna, de que só sei que nasceu em 1971. Comove-me e faz-me pensar com um sorriso nessa “vida de antes” que me fez melhor a vida de hoje.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.

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2 respostas a Sintomas

  1. uhm! ainda bem que é sexta-feira e que life is much better than before
    😛

  2. manuel s. fonseca diz:

    Your are certainly right, lovely Rita!

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