À meia-noite

Quando os meus Tristes sossegam, inquieto-me eu. De repente, sinto um descontrolado impulso para mudar a casa. Como acho que todo o gesto deve ter uma vibração simbólica, vai ser à meia-noite. Agora gosto muito da sala como está. À meia-noite como será?

 

Sobre Escrever é Triste

O nome, tiraram-mo de Drummond. Acompanho com um improvável bando de Tristes. Conheço-os bem e a eles me confio. Se me disserem, “feche os olhos”, fecharei os olhos. Se me disserem, “despe-te”, dispo-me.
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4 respostas a À meia-noite

  1. MJC diz:

    Eu fazia uma tenda: punha a carpete lá em cima, uns lençóis dos lados e atrás, ia buscar o colchão, umas almofadas e fazia um pic-nic a partir da meia-noite.

  2. Escrever é Triste diz:

    Por electiva afinidade contava-lhe já tudo, mas os laços de sangue obrigam-me a falar primeiro com as sobrinhas e os sobrinhos. Não interessa, à meia-noite junte-se aos Tristes: traga bolinhos de bacalhau, querida!

  3. MJC diz:

    🙂 🙂 🙂

  4. Rita V diz:

    … e uma champagnota … já agora!
    merece

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