Tristes Pó-Pós

Tristes Pó-Pós by riVta

 

 

 

 

 

 

 

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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6 respostas a Tristes Pó-Pós

  1. Teresa conceicao diz:

    Sao pós de pópós, Rita?
    Nunca tinha percebido que o jogo matinal de todas as estradas urbanas podia ser tão bonito 🙂

    • Rita V diz:

      pendurei 30 carrinhos numa montra no outro dia, um concurso de montras num concelho próximo. ao fim de 15 carrinhos pendurados uma rabanada de vento emaranhou 5. nunca me ocorreu pegar numa tesoura e cortar os fios de nylon. estive uma hora pendurada num escadote a descobrir qual era o fio que tinha dado 8 voltas para a direita antes de dar 7 à esquerda e ter sido apertado contra dois outros que rodaram cada um para seu lado.
      vinte e quatro horas depois disparei 5 sms’s. diziam todos a mesma coisa. não me mexo. ACUDAM! … quem vem dar-me o almoço e o jantar? ah ah ah.
      hoje foi a primeira noite que dormi como deve ser! consegui desenhar o bonito serviço para nunca mais esquecer que
      pó-pós pendurados NUNCA MAIS!

  2. inma diz:

    Acho que a rapariga não pagou a portagem

  3. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Mas ainda bem quem não cortou o fio de nylon Rita….!!!

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