Arquivos Mensais: Junho 2012

Às Escuras

Na descrição do evento lê-se de Risoleta Pinto Pedro: «Este espectáculo contém 1 tenente coronel da guarda civil uma viúva uma árvore 1 maestro e o seu coro 1 sargento e um criado 2 homens uma nuvem gigantesca 1 ama … Continuar a ler

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Variações sobre um ‘pequeno’ tema

Kenny Dorhman

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Nim …

Em resposta ao Museu das Curtas de Junho que começou aqui  

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Uma obra felizmente obscena

Há um romance em que, pelas leis de hospitalidade, o marido, rendendo-se à literal acepção do termo anfitrião, oferece aos convidados os favores da sua mulher. Tudo acontece em 94 páginas que oscilam entre teologia e pornografia. Começava eu a … Continuar a ler

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Desnudar

e agora, um ‘cover’ só com a voz – Muito Bom!

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O padre, o filho e o espírito revoltado

— Sr. Juiz eu nasci comunista, o meu pai era comunista e eu fui educado comunista. Cresci a acreditar que lutando se consegue mudar o nosso destino colectivo e que se deve lutar pelo que é nosso. Não que eu … Continuar a ler

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Postal

              Surfar, petiscar, roncar, procrastinar, olhar, sonhar, assistir, rir, arrotar, conversar, tomar, aparvalhar, assobiar (prò lado), bocejar, ler, bronzear, passear, correr, fumar, dormir, amar, beber, comer, pensar. . . Escrever é que nada. O … Continuar a ler

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O mamilo que os dedos da duquesa apertam

Gabrielle d’Estrées era a favorita do rei e o rei era Henrique IV, convertido ao catolicismo para que pudesse ser o primeiro dos Bourbons a reinar em França. Gabrielle é a figura feminina que vemos na pintura, à direita. E … Continuar a ler

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Os meus heróis esquecidos

Com o implausível chapéu que acima viram e ainda vos cega os olhos, um sentido de justiça que até a um cristão faz comichão, este foi um dos heróis da minha infância, o que por certo alguma coisa explicará: mais saloio … Continuar a ler

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Bons tempos

Foi com esta cara que ele me disse: – A Rita desenha com um prego! – Caro Professor,  se soubesse que ainda hoje desenho com um prego e que me lembro de si  sempre que peço ao balcão: – A … Continuar a ler

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Selvagem mas de categoria

Ouvi-lhe várias vezes a história, que achava talvez um pouco alindada de memórias de uma época de que, tornou-se óbvio para mim, sentia alguma nostalgia. Tinham sido tempos épicos que se podem resumir em dois cenários físicos: os cafés e … Continuar a ler

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Vou à Baixa

Vou ali à Baixa e volto já. A Baixa é longe, mas ainda bem que há aviões. Ir ver montras aos Combatentes, ir à Baixa aos Armazéns do Minho, mas sobretudo ir comer búzios ao Amazonas ou um quarto de … Continuar a ler

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Tempestades de Verão

  Talvez seja deste tempo, coberto e denso, abafado, a lembrar trovões. Ou foi partida da memória, fresca ainda, ao fim de tanto tempo. Leva-me então para um pedaço de terra algo deserta, no interior do Estados Unidos. Terra seca … Continuar a ler

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Bom Domingo

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O fígado de Prometeu

O monstro gentil foi uma fraqueza, um interlúdio lírico. O monstro, para ser monstro, é besta, ectoplásmico, garras e lâminas. O monstro é feio, o monstro é mau. Não falo das criaturas que qualquer Frankenstein pode criar. Falo do monstro … Continuar a ler

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