Cabeça de Cão

A Eugénia de Vasconcellos, que já foi Triste, escreve agora, em pedalada livre, num blog com um nome que se farta de ser um grande achado. O poste de arranque, big bang, é muito feliz e o segundo ainda é melhor.
Fundo branco, título a um lindíssimo amarelo, este Cabeça de cão não podia ser mais irreverente. Tem orelhas de gato e tem coração. Tão balalão, vamos ler sempre, Tristes.

Sobre Escrever é Triste

O nome, tiraram-mo de Drummond. Acompanho com um improvável bando de Tristes. Conheço-os bem e a eles me confio. Se me disserem, “feche os olhos”, fecharei os olhos. Se me disserem, “despe-te”, dispo-me.
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9 respostas a Cabeça de Cão

  1. Luciana diz:

    Não há lá como dizer, digo aqui: que bom.

  2. RitaV diz:

    estou num teclado com acentos polacos, manifesto-me em ingles para ser mais facil perceber-se

    – What a neighbour!!!!!!!!!!

  3. Teresa conceicao diz:

    Que bom mas que bom mas que bom
    poder voltar a lê-la.

  4. Ai! Tão balalão, faz-me lembrar o poema, o único que vi, para infelicidade minha, sobre os sinos e coisas altas, do melhor poeta português de sempre, o Paulo Teixeira Pinto, um amigo verdadeiro das letras, ele tem o que é preciso

  5. O CC agradece à menina Escrever e restantes meninas: ão, perdão, merci.

    ps: sem irreverência não há gravitas! Tende-se é a confundir gravitas com importâncias muito importantes.

  6. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Lá iremos, seguindo a fragrância da letra bem escrita e cuidada…

  7. manuel s. fonseca diz:

    Acho que a tia louvou por defeito, nunca imaginando que a seguir aos poemas da máquina de lavar louça, viesse a short que lá está. A Eugénia tem um grandíssimo blog. Não se esperava menos do que a excelência.

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