Uma novíssima Triste

Há uma alegria na novidade que nada substitui. Pode até ser muito injusto para o que sempre foi e persiste, mas o sobressalto do novo põe-nos em festa. Hoje sou uma Escrever diferente. Passei a ter uma nova Tristeza, a Tristeza que a Maria João Freitas me oferece, embrulhada na literatura e cinema de que ela gosta.

Como podem já ler aqui, o que dela sabíamos, por causa da belíssima “Alice” e por ser elaA Namorada de Wittgenstein, agora passa a ser cá de casa. Para lermos letra a letra. Bem vinda Maria João.

Sobre Escrever é Triste

O nome, tiraram-mo de Drummond. Acompanho com um improvável bando de Tristes. Conheço-os bem e a eles me confio. Se me disserem, “feche os olhos”, fecharei os olhos. Se me disserem, “despe-te”, dispo-me.
Esta entrada foi publicada em Post livre. ligação permanente.

5 respostas a Uma novíssima Triste

  1. Rita V diz:

    Maria João, isto aqui é uma tristeza pegada e às vezes a alegria que mostramos esconde a tristeza que sentimos … ou será vice-versa?
    Lol

    WELCOME!

  2. Ana Rita Seabra diz:

    Welcome ao clube dos tristes 🙂 🙂

  3. Luciana diz:

    Sempre a li – e gostei sempre – como Namorada de Witt­gens­tein…fico feliz de sabê-la triste.

  4. Maria João Freitas diz:

    Tia Escrevedora:
    Fingindo não estar embaraçada, agradeço as suas exageradas palavras de apresentação, assim como a imagem do Dante Rossetti que as embrulha. E confesso-me um pouco triste, como é costume acontecer nos momentos felizes.

  5. Bernardo Vaz Pinto diz:

    Seja tristemente acolhida neste sítio da palavra.

Os comentários estão fechados.