La Gata Varela

Das tripas ao coração … é  Única.

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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3 respostas a La Gata Varela

  1. Benvinda Neves diz:

    “Ninguém alguma vez disse que amar era fácil” – já não sei quem me disse isto…mas é a realidade.
    “Recordações,” sabem bem, mas também doem, por fazer tão grande a saudade.
    Outro dia ouvi uma história sobre uma senhora que faz limpezas, acreditar piamente que o tempo está instável, “desde que os homens começaram a ir lá acima mexer nos planetas, e desarrumaram aquilo tudo”. Sou levada a crer que também desarrumaram as casas planetárias todas, pois aqui também mora “saudade e desencontros”. Uns sempre com a “roda da fortuna”, a outros calha sempre a “torre” com tudo sempre a desmoronar.
    Temos que nos agarrar à “força”, é a única forma de prosseguir. Bj

    • Rita V diz:

      uhm! E eu a pensar que a Madame Min estava nas termas.
      ah ah ah

      • Benvinda Neves diz:

        Bem sabe que o meu “mau feitio” não mantem as coisas “termais” por muito tempo, aqui tudo tende a entrar em ebulição….(rssss)

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