A beleza

A beleza é inútil ou não é beleza. A filosofia também. E o amor não serve para coisa nenhuma.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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13 respostas a A beleza

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Ah Rita, olhe que não, olhe que não… inquiete-se!

  2. Rita Tormenta diz:

    só falta a arte, igualmente inútil e indispensável.

  3. Maracujá diz:

    Se a beleza foi a inspiração do autor para compor esta música, se o amor é o culpado disso e se a filosofia nasceu para tentar explicar tudo isto, então a beleza, o amor e a filosofia já serviram para muito caro Manuel…

    http://youtu.be/KJzBxJ8ExRk

  4. Manuel S. Fonseca diz:

    Nada, nada, Maracujá. É mais espuma do que a efémera espuma da última onde em fim de tarde…

  5. Maracujá diz:

    Continue Manuel!
    Agora sou eu que estou a ficar inquieta…

    • Manuel S. Fonseca diz:

      é mesmo, só e sempre, essa inquietação que é bonita. a inutilidade da beleza, da filosofia e do amor tem a ver com essa incompletude permanente, com a impossibilidade de fechar o discurso…

  6. Natália diz:

    É como “Um Movimento Perpétuo”…

  7. Carla L. diz:

    E tem amores tão inúteis que são lindos de morrer embora até diga o contrário a tal da vã filosofia principalmente quando nos fala do que pode ser eterno.No final o que temos mesmo é tudo efêmero.

  8. E, dizem as tristes línguas, que nessa lista pode-se incluir os blogs, absolutamente desnecessários….

  9. Teresa Font diz:

    Gosto de ver isto assim escrito. E fico mais descansada.

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