Un bal retrouvé

Desculpem o triplo baile mas resolvi começar este Setembro com um ligeiríssimo pé de dança.

Sobre Vasco Grilo

Quando era rapazola dei demasiadas cabeçadas com a minha pobre caixa de osso. Hoje, como deliciosa consequência, encontro a minha razão intermitente como uma rede WI-FI, sem fios nem contrato fixo. Por vezes suspeito que a minha alma seja a de um velho tirano sexista e sanguinário, prisioneiro no corpo perfumado e bem-falante de um jovem republicano. Mas talvez eu seja só é um bocado sonso. A cidade para onde me mudei no final do século passado chama-se Aerotrópolis. Daqui partem todas as estradas e para aqui todas elas confluem. Em seu redor e para minha sorte, está um mundo que é grande e ainda muito comestível. Creio que a verdadeira felicidade possa causar uma certa tristeza. E por isso e só por isso, aqui, escreverei.
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6 respostas a Un bal retrouvé

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Benvenuto Vasco: há que tempos. O primeiro filmezinho do ina com o bourvil pede lágrimas e o mais triste sorriso. UMa preciosidade de tendresse e nostalgia resignada. Muito bom. Thanks

  2. Come September, and Vasco too!
    O Bourvil, comediante maior a cantar…
    Nem o imaginava capaz disso, grande artista.

  3. Ruy Vasconcelos diz:

    grande vasco, saudades dos clear cat peeble eyes. das loucas gigs em amsterdam. das turnês mundiais e intermináveis. e daquele bando de groupies correndo atrás da gente.
    bons tempos.

  4. Olha que belo regresso, Vasco. Até dancei, vê lá tu!

  5. Maria do Céu Brojo diz:

    A cultura francófana, a magia do preto e branco. Muito bom.

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