Salas de Chuva

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Se há Solários porque não há de haver Salas de Chuva, veja aqui e aqui

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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8 respostas a Salas de Chuva

  1. Ivone Costa diz:

    Rita, Rita. Extraordinária ideia. Fazia-me sócia num instante.

  2. Ou a chuva ou lágrimas (como quando os gregos eram cigarras):

  3. Maria João Freitas diz:

    Rita,
    Que ideia tão bela. Gostava de conhecer esses chuvários, como o Manuel os baptizou, porque nos solários nunca irei entrar. Também gostava que alguém inventasse os óculos de lua, porque à noite não dá muito jeito andarmos com óculos de sol.

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