Ser triste já vem de longe … perdida ou talvez não!

 

 

– Neste ‘chiaroscuro’ lia-se melhor em Braille!

Em resposta ao desafio Museu das Curtas deste mês
Sobre pintura de Fri­e­drich Hein­rich Füger, Maria Mag­da­lena Museu Neue Pinakothek, Munique

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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12 respostas a Ser triste já vem de longe … perdida ou talvez não!

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Para ser franco, acho que Maria Madalena até com os cabelos leria…

  2. Ivone Costa diz:

    Mas é o EéT que ela está a ler? 😉

  3. nanovp diz:

    Lê-se a si própria no eetriste, e o semblante triste é mesmo verdadeiro, coerente com o estado de espirito de quem olha o que lá vem….

  4. curioso (desamantelado) diz:

    até no escuro se lia 🙂

  5. Maria do Céu Brojo diz:

    Quanta pena pela obscuridade que para a Rita teve a imagem! Mea culpa.

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