Total é total

 

Total liberdade, total arbitrariedade. Se não for assim como é que nos divertiremos e resistiremos aos dramas e às farsas do mundo.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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9 respostas a Total é total

  1. Ruy Vasconcelos diz:

    sem tirar.
    nem pôr.
    nem por.

  2. Realmente…
    Ouve lá, candidata-te à presidência do SLB – isso seria uma arbitrariedade e pêras!
    E depois de ganhares, num acto de absoluta liberdade, recusas o cargo…
    🙂

    • Manuel S. Fonseca diz:

      Já leste o “Gog” do Gionvanni Papini? Há uma história assim. De um iconoclasta que chega a Papa.

  3. blimunda diz:

    isso é lema de vida de muita gente…

  4. Manuel S. Fonseca diz:

    Lema e leme, estimada Blimunda. Veja é se aparece mais. Traga drama à nossa farsa.

  5. nanovp diz:

    Mas ser-se livre pode ser arbitrário, há quem perca a liberdade pelas farsas do mundo, como tão bem lhes chama…

    • Manuel S. Fonseca diz:

      É verdade Bernardo, tal como alguns dramas do mesmo mundo nos arranquem da nossa santíssima arbitrariedade

  6. Filomena Sofia diz:

    Olá a todos, peço desculpas por irromper aqui neste post, mas não consegui resistir ao vosso amável convite para comentar e gostaria de partilhar umas ideias muito simples. Mas antes de mais, quero felicitar a todos pelo blog. Sempre que leio um texto sinto que o seu autor me está a dar uma pequenina parte de si, do que sente e de como vê o mundo à sua volta, por isso muito obrigado por tantos e tão bons presentes que aqui me foram dados. Gostaria então de dizer que todos nós estamos em contínuo crescimento, a aprender o que é o ser humano, e que essa aprendizagem é como o coração de uma mãe (ou pai), já enorme em si mesmo, mas que cresce sempre outro tanto sempre que nos nasce mais um filho. Também é importante salientar que às vezes, há vezes em que nenhuma canção nos canta, nenhum filme nos retrata e nenhum conto nos conta a vida. Somos todos mais que músicas, mais que filmes, mais que histórias, e mais que tristes também. Por vezes podemos ser todos alegres. Espero que me tenha feito entender, porque o significado de um texto está mais nos olhos de quem o lê do que nos dedos de quem o escreve. Bjs

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