Dizer nada

 

 

 

 

 

 

 

que bom que é não ter que dizer nada!

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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20 respostas a Dizer nada

  1. E assim mesmo dizer tudinho: que que que bom!

    Essa bicheza apassarinhada, querida Rita, é feliz à légua. Gostei uma fartura. Beijinho

  2. Quanta animação! Só lhe digo!…

  3. G.Rocha diz:

    Fica-se com vontade de falar 😛 e não calar 😛 feitos tagarelas 😛

  4. Ivone Costa diz:

    Coisa tão engraçada, Rita.

  5. curioso (chiu: nem piu!) diz:

    A sabor e ar pasté is (de Belem)

  6. Hoje há passarinhos!!!

  7. Curioso (4 Stoker) diz:

    Not so bloody… Just Stoker… Bram Stoker 😉

  8. Algo mais novo para o weekend:

  9. nanovp diz:

    Mas afinal é só aparecer e ir embora? Sem dizer nada?
    Ficam os desenhos que dizem tudo….fantásticos!

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