no cabeça de cão

«Fazer como quem ama e não amar,
Amar e fazer como quem não ama, … »

Foi aqui que a Eugénia o disse e não tendo um frango à mão fui roubar o original aqui com as devidas desculpas. Na companhia da Kitty Dean e dos temperos ficou assim.

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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18 respostas a no cabeça de cão

  1. curioso (Bruk Honenko) diz:

    já que a poesia é assim

    E quanto ao amor?
    Foda-se.

    vão-se entretendo, também, com graças científicas

    • Os comentários não são sujeitos a censura prévia porque gostamos que sejam espontâneos os tristes que por aqui passam.
      Fiz, no entanto,’ delete’ ao seu segundo comentário, que reproduzia a imagem do clip acima.
      Prefiro poupar este post às experiências de Sergei Brukhonenkoque.

  2. Querida Rita: FUN!

    O que gosto deste franguinho com olho à Camões e a vontade que tive o plasmar… Merci.

    Ps: é uma ave tal que pode ir por junto com os realizadores de olho à banda do Manuel Fonseca. Do melhorio. Beijinho

  3. Maria do Céu Brojo diz:

    Poesia e frango. Não seremos capazes de engendrar receita de ‘Frango à poeta’? Tenho umas «ideiazinhas» neste particular. Noutros, não abundam, digo eu. 🙂

  4. curioso (choc ante) diz:

    ficamos esclarecidos: que por vezes batemos palmas ao rei que vai nu.

    este frango legendado e aquela poesia afodada, serão tão bem espontâneos mas também choc antes: que sejam ‘dele tados’: preferimos a ciência 😉

  5. Ora bolas, a um rei nu quem é que não bate palmas e então se for às princesas do Mónaco…

  6. nanovp diz:

    Belo frango poeta, ou será que a poesia me abre o apetite?

  7. Ana Vidal diz:

    Bela receita, Eugénia. Tudo no ponto. Tivesse eu apanhado a tempo este cardápio para o meu livro e não me escapava o frango camoniano, tão a propósito! 🙂

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