Arquivos Mensais: Dezembro 2012

Para agradecer muito por 2012

A 26 de Novembro, a poucos dias do meu aniversário, estava a pensar nisto de falhar a vida quando percebi, de repente, o quão afortunada tinha sido de a ter falhado: tão bom, merci Vida. ÁMEN – Falhámos a vida, … Continuar a ler

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New Year´s Eve para enganar a autoridade

Nunca digam que fui eu que vos ensinei isto. Mas se, por um azar desses que a qualquer um pode acontecer pelo menos uma vez na vida, uma operação stop vos apanhar desprevenidos e acusarem excesso de álcool – um … Continuar a ler

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Feliz 2013

  Eis os meus bem-aventurados 18 Tristes. Olho para os esplêndidos sorrisos, para os olhares sedutores de alguns, para a quase tímida reserva de outros e quase me apetece dizer: eis a minha Obra. Mas não sou Mãe, sou só … Continuar a ler

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Declaração futurista

Saio de 2012 sem pena e entro em 2013 sem receio. Caramba! Hei de passar por pior, daqui a 30 anos, quando irremediavelmente velho e sem outra esperança senão a de um bisneto nascer, ou a de um raminho de … Continuar a ler

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Starry night over the Rhone

 

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Lições de Metafísica – i

O HOMEM,  O CÃO E A ÁRVORE Explicaram-me, não percebi se o mundo se a civilização se a inteligência, assim: um cão não sabe que é um cão, uma árvore não sabe que principia e acaba, estas são as diferenças … Continuar a ler

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Uma lista de culto

Uma lista pede outra lista. Esta lista do Henrique encheu-me de maus pensamentos. Vai daí fui ao meu arquivo, lembrado de que, há talvez dois anos, no Brasil, os jornalistas da meritória “Folha de São Paulo”, experimentaram abrir um novo … Continuar a ler

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Caridade: títulos para livros de poesia

Sabendo eu, dentro das pequenas coisas que sei, que um título para um livro de poesia é difícil de encontrar; Sabendo que Camões, Bocage, Tomás Ribeiro, Florbela, Pessoa, Sophia, Herberto e Alegre, por exemplo, já ocuparam, respetivamente, títulos tão bons … Continuar a ler

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Da tal cristalização em fulano e de certo trecho em beltrano

Há aquele trecho de “O Narrador” em que Benjamin nos fala de um conto de Hebel. Um mineiro que, às vésperas de casar, morre no interior da galeria subterrânea por conta de um desmoronamento. Estamos em pleno séc. XVIII. Por … Continuar a ler

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Os meus heróis caminham para o ocaso

  Os meus melhores heróis são crepusculares. Vêm das sombras do cinema e nessas sombras se consomem, caminhando para o ocaso. Dá-lhes corpo, aos dois melhores, o mesmo, tão diferente, John Wayne. Primeiro, Ethan Edwards, em “The Searchers” (oh, “A … Continuar a ler

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Pagã triste

Tudo o que faz barulho é desagradável. Algumas exuberâncias, então, é de fugir-lhes antes que uma  vulgaridade de esgares simiescos desfeie os dias. Felizmente, consigo manter-me ao abrigo de vozes desagradáveis. As pessoas que me dão atenção e companhia cultivam … Continuar a ler

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Paulo Rocha

Se, por vezes, o romanesco incarna, e incarna, em pessoas reais, Paulo Rocha era uma dessas vivíssimas representações, figura proustiana que caminhava pelas ruas de Lisboa. Podíamos encontrá-lo no seu hotel, o Impala, em terrenos que a mãe vigiava como um … Continuar a ler

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Mínimas – i

Nunca percebi o amor platónico, descarnalizado. O amor é a experiência da proximidade, tudo ali, íntimo, quotidiano, perto quase demais. Ter um amor platónico é  o mesmo que comer uma sopa de letras e esperar que o alfabeto de massinha … Continuar a ler

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Vive La Folie!

“Holy Motors”, de Léos Carax Este filme é uma pedra. O regresso do originalíssimo Léos Carax após 13 anos de ausência, “Holy Motors” é a mais rara das espécies: uma obra experimental de génio. É o filme que todos os … Continuar a ler

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Solidão Itemporal

É como um turbilhão que atravessa os ares,  arranca-nos do chão e põe-nos a voar, dando-nos asas que acreditávamos não ter. É a literatura como se fosse vida, como sangue que corre no corpo. Um mundo que se abre, enorme … Continuar a ler

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