Cher pays de son enfance

De seguida sim, havia um em seguida, cantava-se o Fer­nande e o Brave Mar­got (que por decên­cia não repro­duzo, as menos que peçam muito) a cami­nho do Bou­le­vard Saint Ger­main, onde insul­ta­mos os cli­en­tes do Lipp, res­pei­tá­veis e fami­li­a­res, tipo Manuel, (ou her­dei­ros tipo Diogo, li eu nos comen­tá­rios). Berrávamo-lhes o Brel — Les Bour­ge­ois c’est comme les cochons, plus ça devi­ent vieux, plus ça devi­ent bête…

Os meus meninos pegam-se, terribles, tenho de separá-los: jeune Henri! deslargue lá o Manuel Fonseca de aujourd´hui e o Diogo d´antant, pelos deuses! Deslargue-os porque acabo de saber, mas não contaria nem que me enforcassem, que no seguidismo da tradição de atirar Brel aos vidros do Lipp, esta minha querida menina Zaz, portentosa voz,  porém ainda bebé, jura que continua a sua juventude.

Sobre Escrever é Triste

O nome, tiraram-mo de Drummond. Acompanho com um improvável bando de Tristes. Conheço-os bem e a eles me confio. Se me disserem, “feche os olhos”, fecharei os olhos. Se me disserem, “despe-te”, dispo-me.

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5 respostas a Cher pays de son enfance

  1. Henrique Monteiro diz:

    Isto nao é nada. E é fora de época. Ah ah ah

    • Escrever é Triste diz:

      Oh que rigidez tão Lippiana: a menina é a versão actual, o Windows 8 da coisa – não vale dizer que bom é o Mac.

  2. Ó Tia, não ligue ao Henrique, a menina é croque-madame…

  3. Henrique Monteiro diz:

    Ó tia, isto está a ficar possidónio. Ou talvez pocavaco…

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