E entra a Marcha

Quando a tradição ainda era o que era, eu via na televisão o Concerto de Ano Novo. Só para bater palmas, no fim, quando a orquestra atacava a Radetzky March.


Olha, talvez isso fosse serviço público

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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12 respostas a E entra a Marcha

  1. Henrique Monteiro diz:

    Viva a Marcha Radetzky!

  2. Eugénia de Vasconcellos diz:

    Palmas!

  3. nanovp diz:

    A marcha com a cabeça pesada da ressaca….

  4. ERA UMA VEZ diz:

    Como era confortável aquela previsibilidade…
    Então e os grandes saltos na neve logo de manhã, quando a noite tinha parecido tão pequena?

    E o cheirinho a canja com hortelã???

  5. Rebentada a bomba atómica fiscal este seria concerto de ano novo mais condizente:

  6. E para palmas sempre tens Steve Reich:

  7. Inma diz:

    Quando a tradição ainda era o que era, eu via na televisão desportos de inverno.

  8. António Barreto* diz:

    Entretanto, que fazem as Orquestras Metropilitana de Lisboa e do Norte? Também por aqui se afere do estado da Nação. Serviço público, em TV, hoje, é tratar a população como mentecaptos!
    Temos uma equipa fabulosa na Antena 2 que merece (merecemos) maior protagonismo! É uma dor surda que vagueia na alma, frequentar este deserto.

  9. Maria do Céu Brojo diz:

    Serviço público era. Foi bom recordar.

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