No público do Público

EV_PublicoQuando a Eugénia espreitar já é tarde … está aqui ‘plasmado’ para toda a gente ver. 😛

 

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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18 respostas a No público do Público

  1. Este texto da Eugénia é empolgante. Grande texto, belíssimo pensamento. Este texto prova que a Eugénia faz falta aos nossos jornais, ao que neles haja de vontade de cultura.. Já.

  2. Ivone Costa diz:

    Olha. Eu ia mandar um mail à Tia para pôr aqui o texto da Eugénia e a Rita já tinha tratado do assunto. Foi um prazer ler a Eugénia ali no Público logo de manhã. E com um grande texto.

  3. Pedro Norton diz:

    Olé! como se diz em espanhol.

  4. Merci! como se diz em português.

  5. Escrever é Triste diz:

    Estava aqui um comentário do Panurgo. Deixou de estar. Queremos dizer-lhe, caro Panurgo, que tem todo o direito para usar as palas que bem entenda. Mas entendemos nós também que o seu comentário, fingindo uma argumentação que não existe, é apenas um comentário ad hominem. Não pretende outra coisa que não seja degradar. Por essa razão decidimos, como consta do nosso editorial, exclui-lo.

  6. Yeats dizia que o único sinónimo de excelência é “precisão”. Este seu texto é preciso, Eugénia. Venham mais.

  7. Bernardo Vaz Pinto diz:

    É dificil assumirmos que também fazemos a miséria, como bem lembra aqui Eugénia…nem que seja ás vezes por darmos demasiada importância a essas mesmas “tretas”….

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