Pela piada porca, marchar, marchar

 

Caro Cidadão Bidarra,

Julgo que saberá que, do alto de umas pirâmides, gritei um dia que “uma piada porca vale mais do que mil exércitos“.  Se não disse, poderia ter dito. E não se espantará, portanto, se lhe confessar que fiquei sensibilizado com a forma desassombrada como veio a terreiro fazer a sua defesa. Sempre gostei de uma boa batalha. Conte comigo para o apoiar nesta. Vou atrás de si até Moscovo. E posso garantir-lhe que podemos contar com o Capuchinho Vermelho.

 

Com admiração,NB Imperator

Com admiração,
NB Imperator

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.

Esta entrada foi publicada em Post livre. ligação permanente.

12 respostas a Pela piada porca, marchar, marchar

  1. Maria do Céu Brojo diz:

    Em honra do Pedro Bidarra e do Pedro Norton:
    “O Papa deleitava-se no jardim privado enquanto o seu fiel jardineiro, português por sinal, podava roseiras. Num descuido, a tesoura de poda ceifou-lhe a mão. Pio como devia, clamou:
    _ Valha-me a Senhora de Fátima!
    A mão voltou ao pulso.
    O Papa que tudo viu exclamou:
    _ Foda-se!”

  2. Henrique Monteiro diz:

    O Cardeal quer piadolas porcas?

    • O cardeal é doido pela Capuchino Vermelho, bem sei. Não interessa,lembrei-me duma:
      Sabem o que é que anda na floresta, tem duas mamas e 14 grandessessímos pares de colhões ?
      Oh, a Branca de neve e os setes anões !

      • curioso (so letra) diz:

        serão grandes à escala… mas grandes-ses-símos podem ser peque ninos 😉

        vai uma com prida?

        Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
        Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
        Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.
        – Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.
        O garoto olha para a porfessora, que enquanto o inpector estava a escrever pegou numa caneta e começa a soletrar :
        – Ca-ne-ta!
        – Sim senhor, agora isto. – e volta a escrever, desta vez BORRACHA – Você aí ao lado agora.
        Mesma cena, e o garoto:
        – Bo-rra-cha!
        – Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo. – e ele escreve SINO
        O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.
        – Pu-nhe-ta!

  3. Pedro Bidarra diz:

    Que bem lembrado, o busto de Napoleão.

  4. Pedro Norton diz:

    É uma peça sempre elegante. e útil.

  5. Pedro Norton diz:

    choca-se, sr marquês?

    • Henrique Monteiro diz:

      Sim, estou a chocar uma gripe. Eu sou um gajo que raramente digo uma caralhada, como sabe…

  6. Pedro Norton diz:

    porcas e com papas é a cereja em cima do bolo!

  7. Paula Santos diz:

    Aceitam-se elementos femininos neste debate badalhoco? 😉
    (assumo que me sinto orgulhosa com a minha afoita coragem)

Os comentários estão fechados.