Um bom conselho

A altura até onde se pode voar nem sempre depende das asas mas da boa gestão dos ventos!

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
Esta entrada foi publicada em Escrita automática. ligação permanente.

16 respostas a Um bom conselho

  1. Isabel diz:

    Fez-me lembrar o Fernão Capelo Gaivota… Se eu tivesse que gerir fosse o que o que fosse, certamente não levantaria voo, eu. Delego a gestão ao vento e desejo que me leve, que as minhas asas sejam as suas.
    Assim não tenho que gerir razões e fico livre para voar na transparência das emoções.

    Rita, um abraço e saudades

  2. Ivone Costa diz:

    Ora pois, minha querida Rita, e depois de errar na gestão é queda certa, nada a fazer e as asas são inúteis.

  3. Mais alto e mais além…

  4. Isto é o Tao! E quando nos espetamos é tau-tau bebé…

  5. nanovp diz:

    Mas há quem diga que voar nas tempestades também dá gozo…

  6. Eugénia, essa é a filosofia central do único desporto radical contemplativo que conheço: o balonismo!

  7. Maria do Céu Brojo diz:

    Dizer acertado. Entendido 🙂

  8. fernando canhão diz:

Os comentários estão fechados.