À la minute…

Nunca tinha ouvido falar do Teatro Rápido. Teatro em quinze minutos?

Num mundo em que o que vai ser já era, escrever quick and smart também já chegou ao teatro. Pode o Teatro chegar à geração sms?

Espero que sim!

TR

Fui ver a peça do Tiago Torres da Silva “Onde é que julgas que vais?” e adorei.

Onde é que julgas

Saí do TR a pensar que quinze minutos afinal chegam e sobram para contar uma história de amor.

Uma prostituta ( Fernanda Neves) e um cliente ( João Passos) trocam um serviço.
A solidão das personagens torna-as intensas.
O texto, feito para nos agarrar a atenção do princípio ao fim, tem no final do pequeno espectáculo a dimensão que a Arte pode e deve ter:
a capacidade de emocionar!

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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11 respostas a À la minute…

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Boa ideia com bom ar.

  2. CCF diz:

    Há que inventar o mundo de novo…que seja também assim!
    Assim que puder passarei por lá.
    Beijinhos
    ~CC~

    PS – Pastelinhos no bar?! Unh…também é importante.

  3. Rita, é mesmo isto que eu preciso agora: de duas historias de amor da geração sms. Duas historias de amor ou desamor em que o sms, email ou redes sociais tenham um papel crucial. Viste alguma coisa assim no TR? Ou sabes de alguma? Depois explico o motivo.

  4. nanovp diz:

    Parece-me bem, digo, rápido….

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