À meia-noite, nem mais um minuto

 

rosa c arrastão

Em menos de um quarto de hora. Bastará levantar o olhar. Tirar os olhos do abecedário e levantá-los para o céu. Para a alta janela de Escrever é Triste. O que será? Quem, que cauda, que pêlo fulvo, me leva, me arrasta pela colina íngreme?

Sobre Escrever é Triste

O nome, tiraram-mo de Drummond. Acompanho com um improvável bando de Tristes. Conheço-os bem e a eles me confio. Se me disserem, “feche os olhos”, fecharei os olhos. Se me disserem, “despe-te”, dispo-me.
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4 respostas a À meia-noite, nem mais um minuto

  1. Acabo de ver o excelente texto da Eugénia 🙂
    Assim, o ponto de interrogação deixou de fazer qualquer sentido.
    Aqui fica o link do site da Rosa
    http://www.rosacarvalho.com/index.html

  2. Maria do Céu Brojo diz:

    Quanta pena ter perdido horas empregues em sono e somente esta manhã a surpresa.

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