Desenhos Nus Poemas – vii

Nus Poemas_ALA_vii

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem.
Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton.
Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque… escrever é triste.

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6 respostas a Desenhos Nus Poemas – vii

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    mesmo bebendo as dores do mundo, temos sempre o consolo dessa generosa, abundante porção de terra, céu e mar que nos faz amar a vida

  2. É intrincado o padrão de dor e prazer. É assim a vida.

  3. Maria do Céu Brojo diz:

    Solução, por definição mistura homogénea, que obriga a «reolhar» e reler.

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