Lolita

Em res­posta ao desa­fio do Vasco aqui  no Museu das Curtas

Lolita_Museu das Curtas

Sobre o “Eine Kleine Nacht­mu­sik”, 1943 de Dorothea Tan­ning (1910‑2012)

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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17 respostas a Lolita

  1. Maria do Céu Brojo diz:

    Criativo, assertivo como sempre. Esta coisa de nunca desmerecer a qualidade das suas publicações tem senão: num deslize, há desgosto de quem a segue aqui. 😉

  2. GRocha diz:

    Maria Céu Brojo, a Rita está num nível que já não comete deslizes :), aliás como todos os tristes…
    Um bem haja a quem se lembrou de criar este blog!!!! Parabéns a todos!! 🙂

  3. curioso (gritante) diz:

    (des)conversa de surdos?

  4. Bernardo Vaz Pinto diz:

    abrem-se as portas e deixam-se entrar tempestades…

  5. Ivone Costa diz:

    Ai, Rita, Rita do Walter, o que eu gostava de saber fazer coisas assim. É uma tristeza não ter jeitinho para nada.

  6. E esta é uma leitura da Dorothea Tanning que não vai lá assim de olhos fechados. Já li. Bonitamente conflitante. Gostei, claro.

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