Quase um diário: hoje dançava(s)

 

johnkay

Oh meu Deus, que eu já não me lembrava.
Hoje dançava, se dançasses.
Tão devagar. Tão slow.

Eram — serão sempre — os Steppenwolf. Tinham o som único, ácido, de “The Pusher”, “Magic Carpet Ride” ou “Born To Be Wild”. Mas podiam ser estranhamente líricos como é aqui o caso, neste tema de Bob Dylan. John Kay, de vez em quando, chegava-se à boca da noite e cantava assim.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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11 respostas a Quase um diário: hoje dançava(s)

  1. O slow! O slow era uma instituição: terá desaparecido? Corina é tão bonito, mas um bocadinho triste.

  2. Verão, o sol o meio dia:

  3. E claro tempo de rainhas que conservavam a cabeça (or they give head):

  4. Que está da banda sonora do melhor filme americano depois de Intolerance, – quando havia cinema americano, antes de ser cultura para nosso consumo, os subdesenvolvidos, god damn the pusher spielberg -, Vanishing Point:

  5. nanovp diz:

    Grande memória, o slow, os Steppenwolf, as cabeleiras, (e já agora o grande Dear Mr. Fantasy…)
    Mas atenção Manuel que o “quase diário” ainda passa a “diário”….

  6. Maria do Céu Brojo diz:

    Lembrei-me do “Baile”. Cinquenta anos contados a dançar.

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