Estes tempos

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Foto de Edward Weston. Pose cândida do casal Charlot, Jean e Zohman

Não me parece que se vivam, hoje, tempos de mudança. Isso é conversa de náufragos distraídos. Viveram-se tempos de mudança que foram sucessivamente sepultando pintores, a escrita como literatura, o cinema como mise-en-scène, um ou outro filósofo. Há muito tempo que vivemos tempos de tecnologia e ciências. Sobrevive, nas franjas, essa réstea de aventura que são os militares, um ou outro Papa mais folclórico. A música é acusmática, de ambiente e elevador.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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8 respostas a Estes tempos

  1. Maria do Céu Brojo diz:

    Mas são tempos de mudança, cíclicos como a rotação da Terra e do pensar das gentes que a povoam.

  2. Não disse, digo agora: que bela photo!

  3. É mesmo. Vale vários posts.

  4. nanovp diz:

    A mudança não tem tempo. Ou dito de outra forma não entendemos o tempo da mudança.

  5. Maria do Céu Brojo diz:

    É preciso tempo para dar tempo ao entendimento do tempo da mundança.

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