120 anos do Almada

“(…) quando eu nasci, as frases que hão-de salvar a humanidade já estavam todas escritas, só faltava uma coisa – salvar a humanidade.”

in A Invenção do Dia Claro

 

Sobre Pedro Bidarra

As pessoas vêm sempre de algum sítio. Eu vim dos Olivais-Sul, uma experiência arquitecto-sociológica que visava misturar todas as classes sociais para a elevação das mais baixas e que acabou por nos nivelar a todos pelo mais divertido. Venho também da Faculdade de Psicologia da clássica, Universidade Clássica de Lisboa onde li e estudei Psicologia Social e todas as suas mui práticas teorias. Venho do Instituto Gregoriano de Lisboa onde estudei os segredos da mais matemática, e por isso a mais emocional e intangível de todas as artes, a música. E venho sobretudo de casa: de casa das duas pessoas mais decentes que até hoje encontrei; e de casa dos amigos que me ajudaram a ser quem sou. Estes foram os sítios de onde parti. Como diz o poeta (eu): “Para onde vou não sei/ Mas vim aqui parar/ A este triste lugar.”
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10 respostas a 120 anos do Almada

  1. Bruto da Silva diz:

    E a coisa mantém-se, embora ainda esteja convencido que é disso que todos tratamos, cada um à sua (dele) maneira 😉

    É a vida…

  2. Olinda diz:

    a humanidade não quer ser salva, salvando-se, porque acredita em milagres. e os milagres fazem-se pelos dedos.

    • Pedro Bidarra diz:

      O que mais me faz impressão não é a salvação ou a busca dela. É a quantidade de palavras, a verborreia sobre o assunto da salvação.

  3. Maria do Céu Brojo diz:

    E continua em falta… Bem lembrado.

    • Pedro Bidarra diz:

      E há-de continuar. A humanidade é espécie e quem manda nas espécies é a natureza. Ela decidirá do nosso futuro

      • mónica diz:

        não sei se a natureza chega.. no asterix “dominio dos deuses” foi o panoramix q atirou umas avelãs para cima dos prédios e para as árvores voltarem a crescer ;)))))

  4. nanovp diz:

    Será melhor tentar nascer outra vez…

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