Calinada

nem sempre

samos quem somos

nem sampre somos

para sempre

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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8 respostas a Calinada

  1. Bruto da Silva diz:

    Ou antes, como entes, só no fim?

  2. Ana Rita Seabra diz:

    nem sampre samos para sempre 🙂

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  3. nanovp diz:

    “Ná que num sei”…

  4. Maria do Céu Brojo diz:

    Não vem a propósito, sei. Foi o seu polar a inspiração.

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