Postais de Istambul VI

Dizem-me, porque eu disso não percebo nada, dizem-me que diz a física, que não pode – mas não poder é mesmo não poder – haver moto-contínuo. Que é uma impossibilidade. Nada de perpetuum mobile. É uma cena qualquer com que a termo-dinâmica implica. É daquelas impossibilidades mesmo impossíveis. Eu, como vos digo, disso nada sei. O que sei é que a física nunca se deu ao trabalho de ir a Istambul.

IMG_4921

Perpetuum mobile I. Istambul. Março de 2013

Perpetuum mobile II. Istambul. Março de 2013

Perpetuum mobile II. Istambul. Março de 2013

 

Perpetuum mobile III. Istambul. Março de 2013

Perpetuum mobile III. Istambul. Março de 2013

 

Perpetuum mobile IV. Istambul. Março de 2013

Perpetuum mobile IV. Istambul. Março de 2013

 

Perpetuum mobile V. Istambul. Março de 2013

Perpetuum mobile V. Istambul. Março de 2013

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
Esta entrada foi publicada em Post livre. ligação permanente.

3 respostas a Postais de Istambul VI

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    O que vê aqui é que é uma cidade a zunir…

  2. Com este Perpetuum lailailai estou inclinada a perdoar-lhe o egoísmo do museu.

  3. Olinda diz:

    não fossem as impossibilidades sacos cheiinhos de possibilidades. já agora, o peixe havia de estar a ser amanhado. 🙂

Os comentários estão fechados.