Postais de Istambul VII

E pronto. Para acabar de vez com Istambul. O resto não posso contar.

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Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.

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6 respostas a Postais de Istambul VII

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Oh, que já me cheira a Fenerbahce!

  2. Olinda diz:

    carapauzinho fresco e roupa a fazer o sol corar pode ser tudo, sim, o que por ora há para contar.

  3. nanovp diz:

    Podia ser aqui, não fosse o MODERN….

  4. adelia.riès diz:

    Cette façon de nous mettre la carrotte devant le nez et ensuite de la faire soudainement disparaître c’est bien un truc de pervers.

  5. Maria do Céu Brojo diz:

    Novidade sobre novidades anteriores. Boa!

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