Ray Manzarek. 1939 – 2013

Não obstante todos os mitos sobre Jim Morrison, e são muitos, poéticos e bons, a verdade é que foi Manzarek que tornou inconfundível o som dos Doors. Nunca mais se vai ouvir tocar orgão assim.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
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14 respostas a Ray Manzarek. 1939 – 2013

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Acho que a rádio se chamava “A Voz de Luanda”. Nas manhãs, que eram feitas por uma senhora que me parecia mais velha, Lucília Pitagrós Dias, nunca faltavam os Doors e o som deste orgão que sempre pensei que era um Farfisa e afinal é um Vox Continental, seja lá o que isso for. Era grande.

    • Henrique Monteiro diz:

      O Vox Continental não é muito diferente do Farfisa, deixa lá. O Farfisa era o do The Animals (The house of rising sun)…

      • Luís Paiva diz:

        The House of Rising Sun – The Animals, era um Vox Continental

        • Henrique Monteiro diz:

          E está lá escrito e tudo. Toda a vida pensei que era um Farfisa, com a tampinha vermelha e tudo… Ora bolas. Por isso é que o som é igual. Obg

  2. Henrique Monteiro diz:

    E eu que era o teclista bem me esforcei. Light my Fire, When music’s over, People are Strange, Riders on a storm, Roadhouse Blues e Aquila brincadeirinha do Whiskey Bar… Nunca mais se vai ouvir assim um órgão. Nisso concordo.

  3. Maria do Céu Brojo diz:

    Som inesquecível.

  4. Olinda diz:

    de acordo. até porque o órgão é como se fosse, e é, um órgão: sentem-se cóceguinhas.

  5. nanovp diz:

    Era o órgão e o baixo, que ele também tocava nas teclas com a mão esquerda…som único, talvez das bandas mais originais e menos imitada da historia da música americana…The Music is Over ” for a moment “…

  6. Jorge Silva diz:

    Se o Jim era o animal carismático, o Ray era o verdadeiro cérebro e cimento dos Doors, minha banda favorita de sempre.

  7. Mário diz:

    Foi a minha professora de português que nos apresentou aos Doors. E aos Pink Floyd também. Não é fácil estabelecer pontes com miúdos de 15 anos. Ela consegui-o, através da música. Tenho-os a todos, aos dos Doors, ainda em cassete.

  8. Nunca fui particular fã dos The Doors. Mas o som que me vem à cabeça quando penso neles é o das teclas de Manzarek, sem dúvida.

  9. Luís Paiva diz:

    Tenho tudo dos Doors, em vinil e cd… E vivi cada tema como se fosse o único!
    Ah, isto é do Chico Buarque,,,

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