There’s no place like Home

 

 

American-Gothic-Comes-to-The-City

Em resposta ao Museu das Curtas do primo, sobre a peça ‘Ame­ri­can Gothic Comes to the City’, de Steve A. Furman inspirada na pintura de American Gothic de Grant Wood da colecção do Art Institute of Chicago.

Sobre Rita Roquette de Vasconcellos

Apertava com molas da roupa, papel grosso ao quadro da bicicleta encarnada. Ouvia-se troc-troc-troc e imaginava-me a guiar uma mobylette a pedais enquanto as molas a passar nos aros não saltassem. Era feliz a subir às árvores, a brincar aos índios e cowboys e a ler os 5 e os 7 da Enid Blyton. Cresci a preferir desenhar a construir palavras porque... escrever é triste.
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16 respostas a There’s no place like Home

  1. Ivone Mendes da Silva diz:

    Ó coisa mais engraçada, Rita. Tanta inveja eu sinto por não saber fazer coisas destas.

  2. E lá foram… Porquê? Porque a Rita os levou.

  3. “Pai, vamos para casa” é uma frase irresistível. Vale um romance, Rita.

  4. Olinda diz:

    faz mais disto.:-)

  5. Pedro Bidarra diz:

    Mas porquê? Porque já fizeram o que tinham a fazer ou pporque desistiram?

  6. Isabel Teixeira diz:

    Excelente questionamento!!!!

  7. Mário diz:

    Não sei porquê mas só me ocorrem argumentos de filmes de terror com estas personagens. E a forquilha significa o trabalho no campo? Só lá imagino uma cabeça espetada 🙂 …afraid, be very afraid…

    • riVta diz:

      se fizer uma ‘pequena’ pesquisa na net..ainda vai ter ‘mais medo’ – o que fizeram com esta ‘imagem’ !
      😀

  8. E a continuação, Rita? Não há continuação? Estou ansioso por ver o que se passa a seguir.

  9. nanovp diz:

    Homem de poucas palavras Humm…e a casa não podia ser “moderna”, tipo Frank Lloyd Wright ?

  10. hahahaha. Só a Rita!

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