é Triste Poetry & Coffee apresenta… Ron Sexsmith

Vale muito a pena ir ao Chelsea. Uma vez por acidente e as outras porque sim, sabendo ao que se vai. E vale muito a pena The Borderline, exactamente da mesma maneira e pelas mesmas razões. Mas enquanto não faz a distância até Viena e Londres, ou porque é demasiado perto e está farto, ou porque é demasiado longe e há mil razões, venha aqui ao é Triste Poetry & Coffee, escreva um capítulo do seu livro enquanto deixa que o coração fale.

Sobre Eugénia de Vasconcellos

Escrever também é esta dor amantíssima: os lábios encostados à boca do silêncio, auscultando, e nada, esperando dele a luz que beije. É assim, pelas palavras se morre, pelas palavras se vive.
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8 respostas a é Triste Poetry & Coffee apresenta… Ron Sexsmith

  1. Manuel S. Fonseca diz:

    Até apetece escrever um livro. Foi esta linda coisa que andou a ouvir para escrever agora o seu livro?

  2. Vou-lhe dizer a verdade verdadeira: só escrevo quando já escrevi dentro da cabeça: escrevo com… o Mezzo aos gritos e de vez em quando espreito os bonecos. Adoro gente a esgoelar-se enquanto escrevo. Ou em silêncio. Mas preciso de uns minutinhos de rock, ou pop ou rap para ficar in the mood antes.

    Estas são como o meu rico Bach e Mozart. Bossa Nova. A minha Jenny Lewis e a Amy LaVere. Os blues velhinhos, o jazz. A minha malta. Só para ouvir a pensar em nada.

  3. Pedro Bidarra diz:

    Olha que bonito, logo pela manhã

  4. Maria do Céu Brojo diz:

    Tão bom acordar e ler e ouvir coisa maior que qualquer assim!

  5. nanovp diz:

    Inspiração, sempre bem vinda, bela a música, grande Triste Poetry & Coffee.

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