Insulto

 

O insulto é uma matéria sensível. Ninguém gosta de ser insultado rotineiramente. O insulto banal é uma grave ofensa. Tanto para o insultado, como para o insultante. Inovação vernacular, exige-se.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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17 respostas a Insulto

  1. Insultar com novidade é tão difícil como inventar vocabulário para amar. Isto é um desafio giro! Vou pensar…

  2. Maria do Céu Brojo diz:

    Existe também a possibilidade de seguir o exemplo do Mário de Carvalho e «inventar» palavras.

  3. Bruto da Silva diz:

    Há insultos para todos os gostos… Até falsamente passados por elogio.

    • Manuel S. Fonseca diz:

      Como passar a mão pelo pêlo a um lagostim

      • Bruto da Silva diz:

        Uma muito velha e muito atrevida (entre dois amigos):

        “Só te faltam as penas para seres burro”

        Ou a outra contra Nós Todos

        “Têm que nascer duas vezes!”

  4. nanovp diz:

    Eh Lá, que isso é um desafio complicado, porque será preciso practica,repetir insultos, transformá-los, dizê-los de forma diferente…

  5. Mário diz:

    Recomendo uma pesquisa aos insultos do capitão Haddock: Cercopiteco, Colocíntida, Equinoderme, Ectoplasma com rodinhas etc.

  6. riVta diz:

    eu gosto de:
    – Seu Verme!

  7. Lembrei-me dum bom! O meu tio Manel, irmão do meu avô, quando o meu primo e eu tínhamos notas que não lhe agradavam, dizia-nos:
    – O vosso cérebro não serve nem para encher chouriços! Mas assim mesmo vou pendurar-vos no tecto, pelas orelhas, a curar…

    Claro que, como ele era a pessoa mais calma do mundo, falava em voz baixa, pausadamente, até nesta ameaça. Quando nos dizia isto, desatávamos a fugir, a rir… Mesmo assim funcionava. Picava-nos o brio.

  8. Maracujá diz:

    Também se pode dizer: ora, vá para o Cazaquistão! Ou, és mesmo um obséquio!

    • Manuel S. Fonseca diz:

      That’s the spirit, Maracujá. E ouvir em resposta: vai mas é meter o obséquio na lira de uma corda só.

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