Roma, tão nómada, robótica

cameron

O espectador que sou gosta muito razoavelmente de James Cameron – que é como quem diz, “tem dias”! O espectador que sou gosta sem reservas do “The Terminator” de 1984 e do mecânico-tecnológico Schwarzenegger que o protagoniza.

James Cameron disse, numa entrevista, que a robótica ideia lhe surgiu em Roma. Cameron adoeceu, teve um febrão, talvez tenha delirado, e a sua cabeça apocalíptica começou a cyborgar. Justifica-se ele: “Estava sozinho, num país estrangeiro, e sentia-me separado da humanidade em geral.” Em Roma, porra, em Roma.

Ó meu rico Deus, faz com que James Cameron nunca tenha febre em Phoenix, ou mesmo em Ouagadougou, até em Cuba, Alentejo. Bem lhe basta ter suportado a solidão dessa remota Roma, tão nómada, nas franjas sabe-se lá de que deserto.

Sobre Manuel S. Fonseca

O meu maior medo é que a morte seja tudo às escuras sem se poder ler. Pouco interessa deixar de ser humano, desde que não deixe de ser leitor. Ler é do mais feliz que tenho. Até porque escrever é triste.
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6 respostas a Roma, tão nómada, robótica

  1. RitaV diz:

    pois, melga mecânica é que nunca!

  2. Bruto da Silva diz:

    Lá se foi o Tony 🙁

  3. nanovp diz:

    E eu a pensart que eram as drogas que lhe davam as visões dos Cyborgs….

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