Todas as manhãs do mundo

A propósito de turcos, caro Manuel, fique-se com este magnífico Lully. A fita é boa, o livro homónimo é ainda melhor e o título… ai o título! Gostava de ter escrito um livro com um título assim.

Sobre Pedro Norton

Já vos confessei em tempos que tive a mais feliz de todas as infâncias. E se me disserem que isso não tem nada a ver com tristeza eu digo-vos que estão muito, mas muito, enganados. Sou forrado a nostalgia. Com umas camadas de mau feitio e uma queda para a neurose, concedo. Gosto de mortos, de saudades, de músicas que nunca foram gravadas, de livros desaparecidos e de filmes que poderiam ter sido. E de um bom silêncio de pai para filho. Não me chamem é simpático. Afino.
Esta entrada foi publicada em Post livre. ligação permanente.

4 respostas a Todas as manhãs do mundo

  1. adelia riès diz:

    Simplement Beau.

  2. Manuel S. Fonseca diz:

    Temos de ouvir mais Lully, Eminência.
    O filme é russo, de certeza. para ter o Dépardieu…

  3. nanovp diz:

    Pois não conheço…só o russo, (digo Dépardieu.)…

  4. Maria do Céu Brojo diz:

    Como era de prever ‘fiquei à nora’.

Os comentários estão fechados.